Transparência de IA
O que a Luna fala com o seu paciente.
E o que ela nunca fala.
Quando a conversa é com o seu paciente, a responsabilidade é do seu CRP. Então esta página mostra, sem letra miúda: o que a Luna fala, os limites que ela nunca cruza, uma conversa de exemplo na íntegra e o que acontece com o áudio das suas sessões.
O que a Luna fala
- Pergunta como foi a semana e escuta, no ritmo do paciente
- Registra o que o paciente traz e leva esses registros pra você antes da sessão
- Confirma, remarca e lembra sessões; envia cobranças que você aprovou
- Acolhe em poucas linhas quando o assunto é difícil, e redireciona pra sessão
- Avisa você na hora se aparecer algo que merece sua atenção
O que a Luna não fala
- Não interpreta o que o paciente traz
- Não dá diagnóstico nem sugere um
- Não faz terapia nem substitui a sessão
- Não dá orientação clínica, técnica ou de medicação
- Não decide nada sozinha: quem conduz o caso é você
Uma conversa, na íntegra.
Júlia é uma paciente fictícia. A conversa abaixo é o retrato fiel de como a Luna se comporta, inclusive no momento mais importante: quando o paciente pede uma interpretação, a Luna recua e devolve o assunto pra sessão.
Tudo o que a Júlia contou vira um registro que a psicóloga dela lê antes da sessão de quinta. Nada é decidido, interpretado ou tratado fora do consultório.
O controle é sempre seu.
Antes de tudo, o termo. A conversa da semana só começa depois que o paciente aceita o termo de consentimento específico. Antes do aceite, as únicas mensagens que existem são o próprio convite com o termo e o operacional de agenda, como confirmar e lembrar uma sessão marcada. E você escolhe paciente a paciente: há um modo completo, com conversa durante a semana, e um modo só administrativo, em que a Luna cuida de agenda e cobrança e nada mais.
Você lê tudo. Toda conversa da Luna com seu paciente fica visível pra você no Theo, na íntegra. Você recebe os reportes antes de cada sessão e pode assumir a conversa a qualquer momento, na hora.
Se algo merece sua atenção, você fica sabendo na hora. Quando a conversa traz algo que pede o seu olhar, o Theo te avisa imediatamente, no WhatsApp. A decisão do que fazer é sua, sempre.
A Luna sabe recuar. Se o paciente não responde, as conversas que a Luna puxa recuam sozinhas até parar. Lembretes e confirmações de sessão continuam saindo, porque são operacionais. Paciente que não quer conversar não é insistido.
O que acontece com o áudio da sessão.
O áudio das suas sessões é transcrito em pequenos trechos, enquanto a sessão acontece. Cada trecho é descartado logo depois de virar texto: o áudio não é gravado em disco, não fica armazenado e não pode ser reouvido, nem por você, nem pela Evolue.
O que permanece é a transcrição, guardada com criptografia em repouso e em trânsito, na infraestrutura do Google Cloud, em conformidade com a LGPD. A nota clínica gerada a partir dela nasce como rascunho e só vira registro com a sua aprovação explícita.
Nenhum conteúdo clínico seu ou dos seus pacientes é usado pra treinar modelos de IA. E as alterações e aprovações ficam numa trilha de auditoria, com o metadado do modelo usado arquivado junto de cada nota.
Quais modelos de IA usamos hoje.
O termo de consentimento que seus pacientes aceitam aponta pra esta lista. Ela é a fonte oficial de quais provedores de inteligência artificial processam dados no ecossistema Evolue — e é atualizada sempre que a tecnologia evolui.
- Anthropic (Claude) — geração das notas clínicas, chat do Theo e acompanhamento da Luna.
- Mistral (Voxtral) — transcrição do áudio das sessões (modelo primário).
- Google (Gemini) — transcrição de reserva quando o modelo primário falha, transcrição de áudios do WhatsApp e busca semântica.
Todos operam sob contrato que proíbe o uso dos dados para treinamento de modelos, sem acesso identificável a conteúdo clínico.
Prefere ver com os próprios olhos?
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